A aguardar o solstício de verão
ido o tempo de agasalho despido
aguardam inertes sem embalo
as árvores vigilantes sem quererem incomodar
Funciona como um diário poético focado na introspeção, abordando temas como a efemeridade, dualidades, e a busca por sentido. Os poemas utilizam linguagem metafórica para explorar conflitos internos e o quotidiano, caracterizados por um estilo de "movimentos lentos" e observação deslumbrada.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Poema em Destaque
Só Pedra... Sob Pedra
Pedra sob pedra desmoronando De então laborioso e sapiente tempo Estas debilitadas e perniciosas paredes Prometeram-lhe utilidade Depois de ...
Poemas Populares
-
Os sonhos emigraram À boleia de pássaros aventureiros E um jardim, de esplanadas Sem ninguém, florido Impera o silêncio de breves conversas
-
Por tão pouco Adormeci abraçado a ti Por frio que sentia e o medo resistia
-
Imagem criada com a IA Gemini (Google), baseada no poema Não sou a paz nem sou a guerra Sou em anseio de ser O dia a anoitecer A noite mescl...

Sem comentários:
Enviar um comentário