A aguardar o solstício de verão
ido o tempo de agasalho despido
aguardam inertes sem embalo
as árvores vigilantes sem quererem incomodar
Funciona como um diário poético focado na introspeção, abordando temas como a efemeridade, dualidades, e a busca por sentido. Os poemas utilizam linguagem metafórica para explorar conflitos internos e o quotidiano, caracterizados por um estilo de "movimentos lentos" e observação deslumbrada.
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Árvores Despidas
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Às vezes, muitas vezes grito Porra! e sem pudor também choro Não fui germinado em terra negra nos altos fornos do Diabo Nem tolhido em terra...
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