Pedra sob pedra desmoronando
De então laborioso e sapiente tempo
Estas debilitadas e perniciosas paredes
Prometeram-lhe utilidade
Depois de uma tempestade
Agora em sua pobreza extrema
Talvez ai cantem ou chorem demónios ou anjos
Que consumem a sua tez
Esquelética, esbranquiçada e cansada
Vai chorando, em cada pedra esforçada
Por desejo, em querer ser
Palco de fulgor e mais uma vez admirado.

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