![]() |
| Imagem gerada por IA generativa Adobe FireFly |
Ó Deus que te enxortei
Em cântico de penar
Para a dor tentar atenuar
Enquanto só caminho
Um música que ouço
Livre no ruído da cidade
Recorda-me de quando fui moço
E em tudo ouvia uma só verdade
Recorro a ti alma celestial
Durante o caminho por mim a amainar
Sem me dar conta que ser de novo jovial
É como árvore que seca sem abanar
Deixei de rezar mas não por fraco credo
Entrar e adorar tectos e adornados santos
Em talha de ouro talhados a sofrido dedo
Só me visita dor em pensar nos dourados ritos
Escrevi dois líricos poemas a bocejar
Um sobre Tua filha que tanto adorais
Outro sobre Teu filho que dizeis amar
Mas que os tornaste venerados mortais
Diz a Santa Sé
Penosa da sua fé
Que as palavras não adornam
E eu a pensar que eram só versos que de mim vazaram

Sem comentários:
Enviar um comentário