O que sentiram quando uma palavra num livro vos disse: abraça-me?
Um arrepio pela espinha a escorrer no tempo que o livro ditou?
Um susto de ouvir um livro suplicar um afecto de pessoa apaixonada?
Ou continuar a correr, página atrás de página, até já não verem nem mais uma
Nem mais uma palavra que falava, que vos cantava ao coração
Então que seja o fim, o que sentem, ver tantas mais pessoas apressadas?
Outras tantas que um livro leram e assim que ele falou, abalaram
Para onde? Para um lugar isolado, sem vozes nem tremores
Esqueci-me que antes do fim, há o entremeio
Aquele lugar que os livros vão repousando, desesperando
Que voltemos ao início e conversemos, com ele
O ouçamos a palavra tão bonita, para mim especial, abraça-me
De novo e de novo, sem favor ou sem pressa para abalar
Um arrepio pela espinha a escorrer no tempo que o livro ditou?
Um susto de ouvir um livro suplicar um afecto de pessoa apaixonada?
Ou continuar a correr, página atrás de página, até já não verem nem mais uma
Nem mais uma palavra que falava, que vos cantava ao coração
Então que seja o fim, o que sentem, ver tantas mais pessoas apressadas?
Outras tantas que um livro leram e assim que ele falou, abalaram
Para onde? Para um lugar isolado, sem vozes nem tremores
Esqueci-me que antes do fim, há o entremeio
Aquele lugar que os livros vão repousando, desesperando
Que voltemos ao início e conversemos, com ele
O ouçamos a palavra tão bonita, para mim especial, abraça-me
De novo e de novo, sem favor ou sem pressa para abalar

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