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| Foto: Nuno Laginhas© |
O banco do jardim, junto a um lago,
Sente-se só
O lago tem peixes, nadam em grupo,
As árvores vizinhas do lago
Estão ocupadas
Em florir para ficarem belas
E no Verão proporcionar a desejada sombra
A quem passa
O banco do jardim, em morte lenta,
Inutilmente mutilado, sem utilidade
Há quem passe e nem repare
A vida é só de cada uma delas
Como as árvores ocupadas em florir
Se o banco do jardim resistisse
De certeza que não iria sorrir
Ele está só, sem razão para existir

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