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Abril tem que ser todo o ano

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Ilustração: Marta Nunes Não! Determinantemente recuso que Abril, em Portugal, seja só em Abril que Abril, agora em Fevereiro, comece em Março que Abril seja comemorado a 25 de Abril   Não! Determinantemente recuso que 50 anos sejam só um número para envelhecer que ainda haja militantes em clandestinidade que o poder não seja do Povo que a Governação silencie com esmola quem quer ter pão para comer   Sim! Determinantemente aceito que seja proclamado por quem Governa liberdade para viver que cada oportunidade seja para todo o Povo que habitação devida seja para Todos que a solidariedade seja identidade Sim! Determinantemente aceito que cada palavra, dança, pintura e música seja alento do Povo para criar que o trabalho seja para viver e não matar que Abril seja todos os dias, de cravo na lapela, no cano de uma arma que Abril seja sempre .

Dia Mundial da Justiça Social

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Foto de Cody Pulliam na Unsplash  Hoje a Organização das Nações Unidas (ONU) assinala o Dia Mundial da Justiça Social com o mote de "Apesar dos avanços, são evidenciadas injustiças persistentes, insegurança laboral difundida, altos índices de desigualdade e desintegração dos contratos sociais, agravados pelas crises globais. Assim, o reforço de instituições e políticas que promovam a justiça social é tido como uma urgência." Quanto a mim, enquanto pessoa e autor é um dos temas com que me debato apaixonadamente, assim, associando a este dia, recordo aqui quatro poemas meus: 1. Trabalho Cansado do Doutor Amado",  https://blog-interioridades.blogspot.com/2022/09/trabalho-cansado-do-doutor-amado.html 2. Mundo Suspenso,  https://blog-interioridades.blogspot.com/2022/07/mundo-suspenso.html 3. Porra!,  https://blog-interioridades.blogspot.com/2022/07/porra.html 4. Corpo Cansado,  https://blog-interioridades.blogspot.com/2022/06/corpo-cansado.html Todos eles retratam, ...

Memórias

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Auto retrato Ao se cruzar memórias Há algo de prodígio na descoberta Razões, que em outros momentos, em vão  Faziam andar caminhos estendidos  Em retorno ao ponto de partida Sem transitar em para sonhos Entretanto, todos os espaços de memorias São a aurora das descobertas  Que afastam o breu véu cerimonial (esse curto horizonte de momento)  O desembrear de novas imagens  A aleluia do advento de novas memórias 

A Palavra, tão importante, tão forte

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Autoria: Isabel, 11 anos O que é que assusta na palavra? Que silencia nossa gente, com medo da ira bloqueia toda a mente. Haverá palavra temida, que afugenta a espontaneidade, a autenticidade da personalidade que faça toda a ideia detida? Terá a palavra a força de cajado, na razão de um primado que nega a liberdade, ceifa a nossa vontade? Nunca será demais questionar A razão desta falsa castidade com fraco esforço quer acabar a nossa, tão cara, integridade. A palavra, agora e sempre deve ser candeia de liberdade em estar à frente para soltar a nossa mente.