Cada Verso que Escrevo
Cada linha em verso por mim outorgado é vazio de endereço, não tem dia nem hora. É espanto de momento, sem bela melodia, engana a preguiça de vaidade controversa. Não conta história ou aventura, mas é algo artolas. Disfarça a luxúria em suave sentimento. Não tem arte, Nem constrangimento. É verso banal de paixão e desgosto. Não é moral. É algo sepulcral. É assim tão só, simples, natural.