É uma concha vazia
Abandonada
É a despedida indesejada
A recusa sem aventura
É uma forte mentira
Sem saida do abismo
É a rápida escapatória
O engano de quem não se convence
Que nunca em nunca há verdade acente
Funciona como um diário poético focado na introspeção, abordando temas como a efemeridade, dualidades, e a busca por sentido. Os poemas utilizam linguagem metafórica para explorar conflitos internos e o quotidiano, caracterizados por um estilo de "movimentos lentos" e observação deslumbrada.
Estou encostado à janela do meu quarto Em vigília da tristeza Tentando afugentar a descrença Senti que pedaços do meu corpo cansado Foram di...
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